Fluis em mim como uma droga
procuro por ti, mas não sei o que és
vejo-te no caminho para o abismo
mas impedes-me o definitivo salto.
Sinto-te como o sinto o vento
encontro-te no ar, mas não te sei explicar
nuvens do meu nada, assim te vejo
mas não te demonstras no fim.
Impeles-me nesta incessante busca
eu sem saber o que procurar, procuro
por vales de desespero passo, não paro
mas sinal de ti não me dás.
Confundes-me nessas danças de sombras
reflexo belo da noite do conhecimento
diz-me quem és, sacia-me esta curiosidade
que me tortura os pensamentos calados.
Sonho contigo, bela intempérie de pesadelos
contigo adormeço e acordo, que martírio
ou talvez não?! não sei, não percebo
que sentimento és tu? eu suplico-te.
Revela-te a mim, para a paz encontrar
por ti, provas infernais eu atravesso
mas este desejo não quebra, maldito
aos céus eu grito, revela-te!
Meu coração chora de saudade por ti
burro eu lhe chamo, choras por quem?
nem ele sabe, cruel é o que penso de ti
que desta dor não me alivias.
Sozinho comigo eu penso
serás o meu castigo divino?
a minha derradeira provação?
tréguas então não te darei.
Serás a vida da minha missão
buscas por ti eu não cessarei
juro aqui que te encontrarei
mas que juro eu?!
se nem sei o que procurarei.
procuro por ti, mas não sei o que és
vejo-te no caminho para o abismo
mas impedes-me o definitivo salto.
Sinto-te como o sinto o vento
encontro-te no ar, mas não te sei explicar
nuvens do meu nada, assim te vejo
mas não te demonstras no fim.
Impeles-me nesta incessante busca
eu sem saber o que procurar, procuro
por vales de desespero passo, não paro
mas sinal de ti não me dás.
Confundes-me nessas danças de sombras
reflexo belo da noite do conhecimento
diz-me quem és, sacia-me esta curiosidade
que me tortura os pensamentos calados.
Sonho contigo, bela intempérie de pesadelos
contigo adormeço e acordo, que martírio
ou talvez não?! não sei, não percebo
que sentimento és tu? eu suplico-te.
Revela-te a mim, para a paz encontrar
por ti, provas infernais eu atravesso
mas este desejo não quebra, maldito
aos céus eu grito, revela-te!
Meu coração chora de saudade por ti
burro eu lhe chamo, choras por quem?
nem ele sabe, cruel é o que penso de ti
que desta dor não me alivias.
Sozinho comigo eu penso
serás o meu castigo divino?
a minha derradeira provação?
tréguas então não te darei.
Serás a vida da minha missão
buscas por ti eu não cessarei
juro aqui que te encontrarei
mas que juro eu?!
se nem sei o que procurarei.
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