Morte, imortal mistério da vida
todos te temem, mas ninguém te resiste
és a companheira que nos recebe no final
quando as cortinas se fecham, e a aventura começa.
A imortalidade carnal eu almejo
mas soubesse eu o que me aguarda quando te beijar
teu amante eu era, juro que te desejo
mas temo-te, és um pecado impossível de expiar.
uns dizem que trazes a vida e paz eterna
ou talvez nada mais tragas, que o simples nada
mas que se dane, trazes o completo fim
e por isso eu amo-te e odeio-te, perdoa-me.
Mas não te consigo compreender
para uns és castigo para outros és bênção
o que serás para mim não sei, nem quero saber
apenas ama-me sem dor nem sofrimento
pois a vida já é um tormento.
Grande ídolo que os povos antigos veneravam
a fofoca silenciosa do meu momento
és a gondola que nos leva até aos portões
para ser-mos julgados, não serás tu a juíza?!
Mas peço-te com ardor, demora-te
que este meu caminho de espinhos só esta a iniciar
ainda muito tenho de aprender e amar
não mais te blasfemarei, desejo que sejas doce.
Não te resistirei eu sei, por isso no final te beijarei
mas por agora vou desfrutar da minha imortalidade
sei que deves estar a rir, talvez tenhas razão
mas ate tu chegares eu sou imortal.
enquanto não chegares eu vou tentar saber de ti
afinal estás em todo lado, és a desconhecida
pois aquilo que não sei eu temo, busco, ate encontrar
mas a ti apenas te aguardarei, que venhas na noite
e acorda-me com o teu frio beijo.
todos te temem, mas ninguém te resiste
és a companheira que nos recebe no final
quando as cortinas se fecham, e a aventura começa.
A imortalidade carnal eu almejo
mas soubesse eu o que me aguarda quando te beijar
teu amante eu era, juro que te desejo
mas temo-te, és um pecado impossível de expiar.
uns dizem que trazes a vida e paz eterna
ou talvez nada mais tragas, que o simples nada
mas que se dane, trazes o completo fim
e por isso eu amo-te e odeio-te, perdoa-me.
Mas não te consigo compreender
para uns és castigo para outros és bênção
o que serás para mim não sei, nem quero saber
apenas ama-me sem dor nem sofrimento
pois a vida já é um tormento.
Grande ídolo que os povos antigos veneravam
a fofoca silenciosa do meu momento
és a gondola que nos leva até aos portões
para ser-mos julgados, não serás tu a juíza?!
Mas peço-te com ardor, demora-te
que este meu caminho de espinhos só esta a iniciar
ainda muito tenho de aprender e amar
não mais te blasfemarei, desejo que sejas doce.
Não te resistirei eu sei, por isso no final te beijarei
mas por agora vou desfrutar da minha imortalidade
sei que deves estar a rir, talvez tenhas razão
mas ate tu chegares eu sou imortal.
enquanto não chegares eu vou tentar saber de ti
afinal estás em todo lado, és a desconhecida
pois aquilo que não sei eu temo, busco, ate encontrar
mas a ti apenas te aguardarei, que venhas na noite
e acorda-me com o teu frio beijo.
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