Tenho no peito uma cidade perdida
fantasma de sentimentos esquecidos
submersa por este oceano escuro como breu
águas dormentes pela melancolia.
Vagueio sob este intenso céu
coberto de nuvens sangrentas
carregadas com os trovões dos pecados
casa das chuvas da amargura.
Vivo rodeado por estas montanhas
de fria e cruel pedra
insensíveis ás minhas lágrimas
que secas me queimam o coração.
Tenho a alma aprisionada por barras de gelo
sinto-a arder em busca da liberdade
apenas vê o sol pelas serradas brumas
com as suas escrituras trazem-nos o medo.
Dou por mim neste navio sem velas
que espera que este mar ganhe ondas
pois os seus remos estão cansados
e os ventos de nada servem.
Os soldados da felicidade estão desolados
de tão inglória busca pela sua rainha
já só pensam num fim pacifico
mas estão condenados a esta busca.
Nasceram com a sentença já lida
estão destinados a não ter alegrias
a viverem num circulo repleto com o vazio
alimentados pela raiva de nada ter.
E contra a sentença do destino nada se pode
por isso eu capitão dos meus sentimentos
ordeno que se abandone esta miserável busca
afinal a tristeza também nos impulsiona.
fantasma de sentimentos esquecidos
submersa por este oceano escuro como breu
águas dormentes pela melancolia.
Vagueio sob este intenso céu
coberto de nuvens sangrentas
carregadas com os trovões dos pecados
casa das chuvas da amargura.
Vivo rodeado por estas montanhas
de fria e cruel pedra
insensíveis ás minhas lágrimas
que secas me queimam o coração.
Tenho a alma aprisionada por barras de gelo
sinto-a arder em busca da liberdade
apenas vê o sol pelas serradas brumas
com as suas escrituras trazem-nos o medo.
Dou por mim neste navio sem velas
que espera que este mar ganhe ondas
pois os seus remos estão cansados
e os ventos de nada servem.
Os soldados da felicidade estão desolados
de tão inglória busca pela sua rainha
já só pensam num fim pacifico
mas estão condenados a esta busca.
Nasceram com a sentença já lida
estão destinados a não ter alegrias
a viverem num circulo repleto com o vazio
alimentados pela raiva de nada ter.
E contra a sentença do destino nada se pode
por isso eu capitão dos meus sentimentos
ordeno que se abandone esta miserável busca
afinal a tristeza também nos impulsiona.
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