segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Saudade

        Saudade profunda a minha
        que consome o espírito e queima alma
        as recordações são uma faca de dois gumes
        onde o amor e o ódio são amantes

        Triste fado o meu
        onde a voz chora e as mãos tremem
        letra triste esta que Deus me deu
        que faz a musica dilacerante

        Lágrimas secas que queimam os olhos
        e torturam o coração
        palavras cortadas pela respiração
        de um condenado

        Sentimento belo e de amor
        que pela dor se demonstra
        sentimento de opio
        sentença da minha alma

1 comentário:

  1. Gostei do poema , tem alma e tem sentimento;
    tens de publicar muitos mais . vou acompanhar e esperar por mais poemas :)

    e a continuares sempre assim vamos ter um novo Luis de Camões em portugal

    ;)

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